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Quarta-feira , 06 de Dezembro de 2017 - 11hs06

sucessão 2018

Eleição para o Governo do Tocantins: Tem que combinar com os eleitores

Fonte: Rumenig Osborne

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Parece que a definição de chapas que disputarão o Governo do Estado em 2018 continuará indefinida e com todas as probabilidades em jogo até o fim. Não se espantem se tivermos uma chapa com Marcelo Miranda pela reeleição a governador, José Wilson Siqueira Campos e Vicentinho Alves para o Senado e ainda Ronaldo Dimas compondo como vice-governador. Pelo menos ontem, depois de declarações de Kátia Abreu e de Ronaldo Dimas, recém lançado como pré-candidato ao governo, detonando o atual governo de Marcelo Miranda.

Para algumas pessoas, seria impensável que Kátia e Dimas, que teceram duras críticas ao governo de Marcelo Miranda, voltem atrás e componham uma chapa, somados ainda de Siqueira Campos, que se declara inimigo político dos Miranda. Pois acreditem que se forem atendidos determinados interesses de cada uma destas facções políticas, certamente elas se unirão e farão tudo para eleger todos que compuserem este grupo.

Entretanto, continua vivo e se fortalecendo o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, que poderia compor com PT e PSDB, além de outros partidos. Amastha teria o apoio do Sul com o prefeito de Gurupi, Laurez Moreira e do Norte, com César Halum e Eduardo Gomes, ambos postulantes ao Senado. Ataídes também pode estar neste grupo. Além disso, Amastha traria para o lado dele o novo na política, o juiz aposentado Marlon Reis, lançado pré-candidato ao Governo pela Rede Sustentabilidade.

Amastha ainda se coloca como presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, trabalho para o qual pretende se ausentar da Prefeitura de Palmas por cerca de 40 dias. Como diríamos no popular: “faca de dois gumes”. Primeiro, porque dá munição aos adversários de apontar que Amastha deixa o trabalho na primeira oportunidade e que se reelegeu somente para se projetar para o Governo do Estado. Outro ponto obscuro nesta pretensão de Amastha chama-se Cintia Ribeiro, que ninguém sabe o que faria com a Prefeitura sendo a titular do restante do mandato.

Especula-se que Amastha teria que convencer Cíntia a renunciar junto com ele para uma candidatura à Assembleia Legislativa. Para concluir seu objetivo de manter a Prefeitura de Palmas no seu controle, o atual prefeito faria com que Tiago Andrino fosse eleito presidente da Câmara, ou mesmo prefeito numa possível eleição indireta. Num cenário favorável, Amastha ainda elegeria Cíntia Ribeiro como presidente da Assembleia para ajudar a aprovar suas propostas no legislativo estadual.

Tanto de um lado quanto do outro, falta apenas uma coisa: combinar com os eleitores. Combinar com os deputados que serão eleitos e com os vereadores. Como diríamos no popular novamente: “falta combinar com os russos”.  (Rumenig Osborne)


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