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Quinta-feira , 08 de Novembro de 2018 - 17hs00

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Produção de alunos da rede municipal de Educação vence festival internacional de cinema

Fonte: Da Redação

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Divulgação

O Festival Internacional de Cinema Estudantil (Cinest), realizado em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, é um dos maiores do gênero no País. Ter um trabalho aceito e premiado neste evento é um atestado da qualidade do audiovisual inscrito e, sobretudo, do êxito alcançado no processo de aprendizagem da escola, devido às muitas exigências que a produção cinematográfica apresenta.

Pois esta honraria foi alcançada pelo documentário O Sol se pôs, Vamos à escola, dos alunos da Escola de Tempo Integral do Campo Sueli Pereira de Almeida Reche, em Taquaruçu, premiado no Cinest como melhor direção de 5º ao 9º ano. “Recebemos a notícia com felicidade e surpresa, pois concorremos com representantes de estados com grandes referências na produção audiovisual e países como Espanha e Argentina. E mesmo assim conseguimos um resultado tão satisfatório”, considera o professor de Língua Espanhola e Produção e Pesquisa Textual, Ademir Bandeira.

O documentário foi dirigido pela aluna Raylane Ribeiro do Amaral, com roteiro e fotografia de Gabriele da Costa Fonseca e Wherverton Tavares Borges, sob orientação do professor Ademir Bandeira, idealizador do projeto Eu faço Cinema da Escola. A produção palmense também foi selecionada para o 17º Festival de Vídeo Estudantil de Guaíba, também no Rio Grande do Sul.

O projeto Eu Faço Cine na Escola é um trabalho com práticas de audiovisual desenvolvido com 148 alunos da ETI Sueli Reche e 151 alunos da ETI Luiz Nunes de Oliveira, em Buritirana. Segundo o professor, a ideia nasceu há três anos durante o trabalho com produção e pesquisa textual, quando foi percebido que os alunos apresentavam muita dificuldade com escrita e leitura. O audiovisual foi o suporte encontrado para motivar as atividades, que foram avançando com a produção de reportagens e filmagens nas coberturas de eventos nas escolas. “A partir daí, os alunos começaram a escrever roteiros e planejar reportagens”, explica Ademir.

Diretora do documentário, a estudante Raylane ainda está comemorando o resultado. “Eu nunca imaginava que pudéssemos ser premiados em um festival desse nível. Confesso que não levei tão a sério a inscrição, mas depois fomos não apenas classificados, mas também premiados, o que foi uma maravilhosa surpresa. Tudo isso é muito bom”.


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