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Quarta-feira , 10 de Julho de 2019 - 16hs53

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Pacientes do Hospital Geral de Palmas contam com uma equipe de Fisioterapia qualificada

Fonte: Da Redação

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André Araújo

Muitos pacientes que ao sofrer algum tipo de trauma ou  patologia necessitam de reabilitação dos movimentos e funções orgânicas para que possam se restabelecer  novamente. Os pacientes do Hospital Geral de Palmas (HGP) contam com uma equipe de Fisioterapia qualificada que prestam serviços ininterruptos diariamente. O serviço atua nos setores como pronto socorro, ambulatório, Unidade Terapia Intensiva (UTI) adulto e pediátrica, e as unidades de internações (alas), Unidade de Cuidado Intermediários, como também o Programa Melhor em Casa e Cinoterapia. 

Em média o serviço realiza cerca de 20 mil atendimentos por mês, destes 70 % são em terapia intensiva e dispõe de profissionais capacitados com conhecimentos e experiências que conseguem gerenciar equipe com efetividade. 

Principais áreas de atuação

Dentre as principais áreas de atuação, estão o Ambulatório de Especialidades do HGP que oferece uma atenção integral aos pacientes externo (que já estiveram internados na unidade ou realizaram procedimento no centro cirúrgico). A fisioterapia trabalha no ambulatório tanto na clínica da dor que abrange diversas áreas como reumatologia, oncologia, reabilitação  crânio facial, reabilitação das disfunções motoras e  diminuindo da dor e melhoria da estética facial beneficiando idosos, crianças e adultos.

"Os profissionais presentes no pronto socorro, são essenciais no que diz respeito ao manejo adequado do paciente e profilaxia de complicações clínicas, necessários para evitar agravamento do quadro em situações de trauma e oferta de suporte ventilatório. Isso reflete em um atendimento mais rápido e eficiente”, afirmou o supervisor de fisioterapia do setor Waldir Cleiton Gomes da Silva, acrescentando que “o setor conta com uma equipe experiente e tecnicamente qualificada e atualmente contamos com o senso realizado pelo celular que contabiliza o serviço desempenhado durante os meses”.

A fisioterapia respiratória na Unidades de Cuidados Intermediários (UCI) visa prevenção e o  tratamento de complicações respiratórias em pacientes críticos, que precisam de  fisioterapia respiratória e motora associadamente, de forma a garantir um bom prognóstico no quadro clínico do paciente através de técnicas que contemplem os sistemas respiratório e cardiovascular.

No serviço de cirurgia bariátrica a fisioterapia dispõe aos usuários que  se submeterão a cirurgia, um suporte especializado no pré e pós-operatório, e com isso ajuda no processo de recuperação e no sucesso pós-alta.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a fisioterapia faz parte da equipe multidisciplinar no atendimento aos pacientes graves. Sua atuação é ampla e se faz presente em diversos momentos do tratamento intensivo: atendendo a pacientes graves que não necessitam de suporte ventilatório; prestando assistência durante o período pós-operatório, visando reduzir o risco de complicações respiratórias e motoras e, oferecendo assistência a pacientes críticos que necessitam de suporte ventilatório. 

Na pediatria o trabalho é mais delicado, pois a criança possui uma grande fragilidade respiratória e motora e depende de estímulos para recuperar-se e assim sair mais rapidamente da UTI. Uma equipe de fisioterapeutas de pediatria/neonatologia precisa ser especializada para tratar desde prematuros de baixo peso até adolescentes e com todas as limitações impostas pela doença e pela sua imaturidade sistêmica.

Na internação a fisioterapia trabalha em sintonia com a equipe multidisciplinar, ela é responsável pela avaliação, elaboração e execução do tratamento dos mais diversos tipos de pacientes, como os pós-cirúrgicos, transplantados, ortopédicos, neurológicos, ou clínicos, e pacientes encaminhado da UTI e UCI , para  nos quais se trabalha dois aspectos: respiratório que é uma das prováveis causas de complicação e o motor que se deteriora rapidamente ao longo de uma internação mais prolongada.

Outra área que vem favorecendo diversos pacientes é a fisioterapia na oncologia. Os profissionais além dos exercícios e orientações dispõem de um profissionalismo e uma porção de amor e cuidado. 

Dedicação e amor

A fisioterapeuta Loren Costa que atua há 17 anos no HGP, já trabalhou em UTI e agora se dedica aos pacientes da oncologia da unidade que estão nas enfermarias. “Eu acho muito prazeroso ser fisioterapeuta. Na oncologia eu fui me redescobrindo e aprendi muito. Eu mudei de área de assistência e me surpreendi, criei um vínculo maior com o paciente, sua história de vida e de saúde e os acompanhantes”, declarou.

A coordenadora geral do serviço no HGP, Cirlei Bezerra da Silva explica como é realizado a assistência ao paciente. “Trabalhamos com reabilitação de funções, e ajudar na aceitação e superação. O Mundo não acabou! A pessoa pode voltar a trabalhar, estudar, e consegue ter uma relação social e familiar, de trabalho e lazer, muitas vezes de forma adaptada, mais é possível. Esta visão conseguimos devolver para o paciente um novo olhar daqui para frente e aprender a conviver com a nova realidade”, concluiu.

Para que estes pacientes possam recuperar os movimentos de maneira mais rápida, a equipe de fisioterapia utiliza cadeiras confeccionadas com PVC e com isso se torna um acessório essencial durante o processo de reabilitação.

O paciente Antônio Carlos Pereira, de Formoso do Araguaia recebeu todos os cuidados enquanto esteve internado na unidade. “Foi bom o trabalho dos profissionais”, afirmou.

Informatização

O supervisor de fisioterapia da Unidade Internação Wllisses  explica que o serviço conta com a ferramenta digital que auxilia os profissionais de fisioterapia a acompanhar o andamento do serviço e distribuição dos profissionais a áreas mais criticas. O acompanhamento em tempo real pelo aparelho celular. “O serviço de fisioterapia esta sendo informatizado  e isso gera dados e indicadores em todas as áreas de atuação do serviço no hospital Geral de Palmas e ao mesmo tempo conseguimos melhorar a qualidade  da assistência ao paciente”, afirmou. (Luciana Barros)


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