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Assessora do Senado que fez vídeo de sexo perde o emprego e diz que decisão é machista


 


Nas últimas semanas, um vídeo tem agitado a rotina da CPI do Cachoeira. E não se trata do registro de revelações de negociações suspeitas envolvendo verbas públicas gravadas pelo empresário preso, e sim de um vídeo com cenas de sexo protagonizado por uma assessora parlamentar do Senado que trabalha na CPI.


Depois de fazer sucesso com a divulgação de um video na internet  video intimo que agitou o Congresso  na semana anterior ao recesso parlamentar no mês de julho a advogada  funcionaria do senado, Denise Leitão Rocha, teve a exoneração publicada na ultima  segunda-feira,6, no boletim administrativo da Casa.


A advogada Denise Leitão Rocha trabalhava no gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI) desde fevereiro de 2011. O senador considerou a demissão da assessora como algo necessário para o "futuro dos trabalhos". Entre as atribuições de Denise estava a de ajudá-lo nas sessões da CPI docaso de Carlos Cachoeira.


Denise disse a Folha que ainda não tinha sido informada da demissão e classificou a medida como "machista" e "desumana".


"Vou ao gabinete conversar com o senador sobre isso", disse Denise que passou recentemente por uma "cirurgia íntima". Ela não quis dar detalhes, apenas informou que era uma questão de saúde.


Apesar da repercussão do vídeo, Denise informou que ainda não sabe se vai se afastar definitivamente das atividades no Congresso. No momento, a única certeza é de que pretende continuar atuando na área do Direito.


O vídeo íntimo de Denise ganhou notoriedade na última semana de atividades do Congresso antes do recesso de julho. O vazamento das imagens é alvo hoje de investigação por parte da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), em Brasília.


Em depoimento prestado no último dia 24 de julho, o rapaz que aparece em vídeo em cenas de sexo com a Denise nega ser o autor do vazamento das imagens.


Segundo a delegada Ana Cristina Melo, que acompanha o caso, ainda não há elementos suficientes para apontar os responsáveis pela divulgação das imagens.


"Pedimos informações ao Senado relativas à rede [de computadores] para tentar identificar a origem do vazamento", afirmou Melo.

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