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CNJ prorroga prazo de processo contra Willamara


 


O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta segunda-feira (30/7), durante a 151ª sessão ordinária, prorrogar, por 140 dias, o prazo para conclusão do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) 0005107-69.2011.2.00.0000. O PAD investiga o possível envolvimento da desembargadora Willamara Leila de Almeida em fraudes no pagamento de precatórios e em vendas de sentenças judiciais quando ela presidia o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO).


 


Foi do conselheiro José Roberto Neves Amorim, relator do PAD, a decisão inicial de prorrogá-lo. Na primeira parte da 151ª. sessão, realizada na segunda-feira, o plenário referendou a prorrogação proposta pelo relator. Com a decisão do CNJ, a desembargadora permanece afastada de suas funções de magistrada.


 


Operação Maet


A desembargadora Willamara Leila está afastada de suas funções desde dezembro de 2010, quando a Polícia Federal tornou pública a Operação Maet. Também foram afastados os desembargadores Liberato Póvoa, Carlos Souza e alguns meses depois Amado Cilton Rosa. O afastamento, as investigações e mandados de busca e apreensão no Tribunal de Justiça do Tocantins e na casa dos envolvidos foram determinados pelo Superior Tribunal de Justiça. A Operação investigou venda de sentenças, especialmente as referentes a precatórios a serem pagos pelo governo.


 


Na época, Willamara Leila de Almeida ocupava o cargo de presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Outras investigações foram abertas posteriormente para apurar possíveis desvios de recursos em obras do TJ na gestão da desembargadora.


 

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