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Comando de greve do IFTO não vê vantagem em proposta apresentada pelo governo


 


Docentes das universidades e institutos federais classificaram como desvantajosa a proposta apresentada pelo governo federal, em reunião na última sexta-feira, 13. O reajuste proposto foi de 16% a 45,1% para os professores em três anos – o percentual varia conforme a titulação e ao regime de dedicação (20 ou 40 horas por semanas) e já leva em conta os 4% concedidos por meio de uma medida provisória recente e que são retroativos a março deste ano.


Outro ponto negativo apontado pelos servidores em greve foi a falta de proposta de aumento salarial para os técnicos administrativos em educação, além da ausência de outras solicitações apresentadas durante o movimento grevista. No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), os servidores que estão em greve estão organizando um ato em manifestação contra a proposta.


A partir das 7h30 dessa terça-feira (17), os servidores se reuniram e ocuparam a Reitoria da instituição. Na ocasião foram, formados grupos de estudos para analisar os prós e contras. Mas alguns docentes já se posicionaram contra a proposta apresentada e dizem que a greve continua. A manifestação na Reitoria terá continuidade na quarta (18), quando será realizada a assembleia ordinária que esclarecerá pontos da proposta.


SiSU Não

As matrículas dos candidatos classificados em segunda chamada pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), previstas para os dias 17 e 18, também serão canceladas como forma de protesto dos servidores técnicos administrativos, que não foram contemplados com proposta do governo.

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