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Condições climáticas afetam oferta de frutas e hortaliças, influenciando preços

Foto: Divulgação

As condições climáticas adversas têm desempenhado um papel crucial na oferta e nos preços de frutas e hortaliças, conforme indicado pelo mais recente Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira, 20.

O calor intenso observado em importantes áreas produtoras de tomate, juntamente com as chuvas em regiões de plantio de cebola, impactaram a disponibilidade desses produtos nos principais mercados atacadistas, resultando em um aumento nos preços de comercialização ao longo do último mês.

No caso do tomate, o calor registrado em janeiro acelerou o processo de maturação, aumentando a oferta no início do ano, porém, resultando em uma menor disponibilidade em fevereiro devido ao esgotamento da safra de verão. Para a cebola, a alta nos preços é prevista devido à dependência do mercado da oferta do sul do país, especialmente de Santa Catarina, complementada pela importação do produto.

Enquanto isso, a cenoura registrou queda nas cotações devido ao aumento na oferta, enquanto os preços da batata subiram, embora em menor intensidade comparado ao mesmo período do ano anterior, devido à maior oferta do tubérculo.

Em relação às frutas, a banana teve o maior aumento de preço, devido a ventos e tempestades que prejudicaram os bananais, enquanto a oferta de laranja e maçã permaneceu escassa, resultando em altas nos preços. Mamão e melancia, por outro lado, registraram queda nos preços devido a uma maior disponibilidade de oferta.

Quanto às exportações, o volume de frutas enviadas ao exterior permaneceu estável nos primeiros dois meses de 2024 em comparação com o ano anterior, enquanto o faturamento aumentou significativamente.

Além disso, o Boletim destaca o reconhecimento da importância das Centrais de Abastecimento (Ceasas) no combate à fome durante o Encontro Nacional da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen) e da Confederação Brasileira de Associações, Sindicatos, Lojistas de Ceasa e Afins (BR-Brastece), realizado no início de março, com anúncio de investimentos para fortalecer esses espaços como ferramentas estratégicas no abastecimento alimentar.

 

Fonte: Tribuna do Planalto

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