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Glô Amastha visita entidades de educação infantil e vê problemas de perto


 


Glô Amastha vivenciou  a dura realidade de 350 crianças da região norte de Palmas que não conseguem vagas em creches municipais e dependem da ajuda de entidades para receberem educação básica por meio de voluntários. A esposa do candidato a prefeito Carlos Amastha (PP) conheceu de perto o trabalho realizado por essas pessoas e destacou seus pontos positivos e negativos.

 

A convite de lideranças comunitárias, ela visitou as seguintes instituições sociais beneficentes de educação infantil das Arnos: Ação Social Santa Terezinha, Abavi (Associação Beneficente de Assistência à Vida) e Cantinho da Criança, que atendem crianças de famílias de baixa renda. Juntas as entidades atendem cerca de 350 crianças, na faixa etária de um ano e meio a 5 anos, que não conseguem vagas em creches municipais, pois a demanda na região é maior do que a oferta. “As creches são a base da educação, devem ser públicas, em período integral e para todos que precisam. Além disso, devem oferecer todo o atendimento que as crianças necessitam, com assistência médica e odontológica. São espaços que podem ser usados ainda para outras atividades, como alfabetização de adultos, atividades para idosos”.

 

De acordo com Telma Correia, voluntária da Ação Social Santa Terezinha, o trabalho desenvolvido na entidade não conta com incentivos. “De dois em dois anos, políticos aparecem aqui no projeto, recebem apoio e depois de eleitos copiam nosso projeto e dão as costas para a comunidade”, reclama Telma.

 

Ela destaca que outras atividades realizadas pela instituição como cursos de geração de renda e específicos para jovens foram interrompidos devido à falta de parcerias. “A gente conseguia realizar cursos para as mães porque as famílias que são atendidas possuem renda de um salário mínimo, mas tivemos que priorizar a creche por não ter condições de realizar tudo sozinho”, ressaltou. E completou: “As instituições sobrevivem em sua maioria de doações, já que os pais pagam uma taxa simbólica entre R$ 10 e R$ 40. Algumas entidades possuem convênio com o município que custeia apenas o pagamento dos professores e colaboradores”.

 

Glô reconheceu o importante papel dessas instituições que preenchem uma lacuna deixada pela gestão municipal e ressaltou a necessidade de implantação de mais creches estruturadas na Capital. “Essas mulheres são guerreiras e amam o que fazem”. O incentivo a instituições sérias que atuam na comunidade também foi destacado por Glô. “Há boas práticas em andamento, defendo que a gente incentive essas e que sejam melhoradas e ampliadas. Palmas precisa de um amplo projeto na área social, pois são muitas as carências”, afirmou.

 

Para Luciana Campos, mãe do pequeno Marcos Kalil, de 4 anos, a creche beneficente supre a necessidade da família. “Eu trabalho o dia todo, mas na creche do município o meu filho só pode ficar meio período e não tenho com quem deixá-lo, mas graças a entidade ele tem assistência. Mesmo assim, acredito que deveriam construir mais creches porque muitas pessoas não encontram vagas para seus filhos”.

 

 

Abandono- Após a visita às entidades, Glô conhecer a estrutura de uma creche que poderia atender centenas de crianças, mas que está abandonada pelo poder público. Para Glô, é inconcebível que o dinheiro público seja desperdiçado. “Não dá para entender como uma estrutura como esta que poderia ser o alívio para muitas mães, está desse jeito, se deteriorando por falta de gerência do poder público”.

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