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Governo inicia ações para primeiro consórcio de saúde do TO


Durante detalhamento à imprensa na manhã desta terça-feira, 24, acerca das diretrizes sugeridas pelo Governo do Estado aos futuros parceiros na formação do primeiro consórcio (da Região do Cantão), de um total de oito para o atendimento de saúde pública do Tocantins, o secretário da Saúde, Luiz Fernando Freesz, adiantou que já nesta quarta-feira haverá reunião visando a assinatura de protocolos de intenção com os 16 municípios já definidos a integrar o consórcio.


O Projeto de Implantação do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS) da Região de Saúde do Cantão e do Ambulatório Médico de Especialidades no Estado do Tocantins – AME – TO passará a ser constituído pelos municípios de Araguacema, Abreulândia, Barrolândia, Caseara, Chapada de Areia, Cristalândia, Divinópolis, Dois Irmãos, Lagoa da Confusão, Marianópolis, Monte Santo, Nova Rosalândia, Oliveira de Fátima, Pium, Pugmil e Paraíso.


O sistema de consórcio é uma iniciativa na qual o Governo do Estado, ante a disposição manifestada pelas prefeituras, aposta firmemente para dispor à população mais e melhores condições, desde a saúde básica à média e alta complexidade. Uma experiência com suporte no trabalho bem sucedido pelo país e em particular em Minas Gerais, onde já existem 58 consórcios em mais de 700 dos 853 municípios mineiros, e da qual ele compartilhou ao integrar o Governo daquele Estado.


Gestão de governança


No momento em que assume a pasta da saúde, o novo gestor constata que é necessário imprimir um modelo gestão de governança, que pelas peculiaridades e tamanho da maioria das cidades tocantinenses terem menos de 20 mil habitantes e serem dispersas, com custos altos em sua gestão, ele quer inverter a ordem do cidadão ter acesso de uma “região desorganizada”, para uma “região regulada”.

Freesz calcula investimentos totais de R$ 7,5 milhões para que o consórcio CIS/ AME esteja apto a funcionar, sendo que destes R$ 1,8 milhão são para os equipamentos das unidades hospitalares, postos e laboratórios distribuídos pela regional. Em vez de contar com as 16

ambulâncias atuais, os pacientes teriam cinco ou seis ônibus devidamente equipados, servindo ao transporte em rota definida para chegar ao local de atendimento mais próximo.


Ainda quanto à preocupação em reduzir despesas, e mesmo na adequação ao bom êxito do primeiro e dos demais consórcios a serem criados, o secretário de Saúde é taxativo ao dizer que os hospitais têm que se encarregar apenas das internações, que é necessário se reduzir a infecção hospitalar, mortalidade infantil, tempo de espera e melhor acesso a todos.


Freesz destacou que levou, na semana passada ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, as metas do Governo do Estado em relação à realidade da saúde tocantinense e à instituição de consórcios e, explicou que além da boa receptividade, Padilha garantiu apoio na destinação de recursos ao Tocantins para implementação dos projetos.

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