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Governo investe na formação dos professores durante a Flit


Uma das atividades mais importantes da Flit – Feira Literária do Tocantins, é a formação inicial e continuada dos professores e demais servidores da escola. Isso acontece em todas as Diretorias Regionais de Ensino onde estão acontecendo as estações da Flit.


O vigia Denilson Arruda da Silva, da Escola Estadual Carolina Cursino Maciel Barbosa, de Palmeirópolis, aproveitou a Flit em Gurupi para aprimorar os seus conhecimentos. Ele participou dos dois dias de formação continuada e contou que saiu consciente que, para o trabalho funcionar bem, é necessário fazer um planejamento. Além disso, ele disse que irá compartilhar com todos os servidores da escola o que aprendeu e irá fazer uma reunião com os colegas vigias.


Maria Luíza Gomes de Souza, da Escola Estadual José Seabra Lemos, de Gurupi, além de aproveitar de todas as atividades da Flit, já que mora próximo ao local do evento, aproveitou para integrar a formação continuada, rever a sua forma de trabalhar e melhorar a comunicação com os alunos.


Marciane Machado, subsecretária da Educação Básica da Secretaria da Educação, explicou que para participar da formação continuada todos os professores receberam um ajuda de custo e recursos para aquisição de livros que auxiliarão no cotidiano do trabalho.


A subsecretária ressaltou que a formação continuada é a reflexão sobre a prática e a teoria do ensino na busca constante pela qualidade da aprendizagem. Alguns dos temas das palestras e oficinas foram escolhidos pelos próprios professores, conforme a necessidade de inovar em alguns assuntos.


Todos os servidores da escola participam da formação continuada, desde os setores pedagógico, administrativo e até o financeiro. São oficinas que vão desde o aprimoramento da Libras – Língua Brasileira dos Sinais, energias limpas, sistema Braile, aplicabilidade da Lei Maria da Penha, Educação do Campo, a influência do esporte na vida dos jovens, a informática melhorando a prática escolar, entre outros.


Educação Indígena


A educadora e historiadora Lídia Soraya Liberato coordenou uma oficina com os professores indígenas para elaboração do projeto pedagógico da escola e de um calendário específico para as escolas indígenas. Na ocasião, os educadores indígenas identificaram os pontos que devem ser melhorados para que a escola ofereça uma educação de qualidade.


Durante a discussão, a professora Lídia sugeriu que nas aulas de Biologia seja analisada a diversidade presente na Ilha do Bananal, uma das maiores ilhas fluvial do mundo, onde residem os indígenas Karajá. Também lembrou da necessidade de planejarem a prática educacional observando a vizinhança e o contexto social.


Foto por: Manoel Lima/Seduc-TO

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