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Helicóptero cai e mata suspeito de chacina em Goiás


Um helicóptero modelo AW-119 Koala, de propriedade da Polícia Civil do Estado de Goiás, caiu na tarde desta terça-feira , 8, sem deixar sobreviventes. Dentre os ocupantes estava o principal suspeito de uma chacina em uma fazenda do município de Doverlândia, Aparecido de Souza Alves. A queda aconteceu na zona rural do município de Piranhas, perto de Doverlândia, a cerca de 325 quilômetros de Goiânia. Também estavam no helicóptero delegados e policiais que partipavam de mais uma etapa da reconstituição do crime, ocorrido em 26 de abril.

 

O secretário de segurança pública de Goiás, João Furtado Neto, confirmou a notícia do acidente em pronunciamento oficial na sede da pasta. Oito pessoas que estavam na aeronave morreram. O secretário irá até o local do acidente nesta quarta, 9. O governador de Goiás, Marconi Perillo, também emitiu nota lamentando o episódio e informando que decretou luto oficial por três dias.

 

Ocupavam a aeronave os delegados Antônio Gonçalves Pereira dos Santos (Superintendente da Polícia Judiciária), Bruno Rosa Carneiro (chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial), o piloto da aeronave Osvalmir Carrasco Melati Júnior (Delegado – Chefe do Grupo Aeropolicial), Jorge Moreira da Silva (Delegado Titular da Delegacia Estadual de Repressão a Roubos de Cargas), Vinícius Batista da Silva (Delegado – Titular da delegacia de Iporá), os peritos crimais e primos Marcel de Paula Oliveira (Lotado em Quirinópolis) e Fabiano de Paula Silva (Lotado em Iporá), e o acusado da chacina, Aparecido de Souza Alves, 23 anos.

 

De acordo com o assessor de imprensa da Polícia Civil, Norton Luiz Ferreira, o helicóptero passou por uma revisão na segunda, dia 7, e era um dos dois utilizados nos trabalhos de reconstituição da chacina em que sete pessoas foram degoladas em uma fazenda do município de Doverlândia, no último dia 28. A queda teria ocorrido no momento em os policiais retornavam para Goiânia.

 

Chacina

Equipes da polícias Civil e Técnico-Científica realizaram nesta terça, 8, a segunda reconstituição da chacina ocorrida no dia 28 de abril, na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, a 45 quilômetros de Doverlândia, onde sete pessoas foram brutalmente assassinadas.

 

Aparecido Alves Soude, de 22 anos, assassino confesso das vítimas, participou da primeira fase da reconstituição do crime na quinta-feira da semana passada e viajou novamente de helicóptero ao local do crime para reproduzir os fatos relacionados aos outros cinco assassinatos aos peritos criminais. Na primeira reconstituição ele contou como matou o proprietário da fazenda, Lázaro Oliveira Costa, 57, e o filho Leopoldo Rocha Costa, 22.


A Polícia de Goiás ainda não tem certeza se Aparecido cometeu os crimes sozinho, conforme relatou nos depoimentos, ou se contou com a ajuda de outras pessoas.

 

A expectativa para hoje era de que ele contasse como matou o caseiro Heli Francisco da Silva, de 44, o casal Joaquim Manuel Carneiro, de 61, e Miraci Alves de Oliveira; o filho deles Adriano Alves Carneiro, de 22, e como estuprou e matou a noiva de Adriano, Tâmis Marques Mendes da Silva, de 24. Todas as vítimas quase tiveram as gargantas cortadas até a coluna, tecnicamente conhecida como esgorjamento.

 

 

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