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Homenagem: Semcid recebe exposição de 18 anos do Jornal Mulher 24 Horas


 


A Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (Semcid) recebe, até o dia 30 de março, a exposição "18 Anos de História: Vida Contada, Vida Vivida, Vida da Gente", que conta a trajetória do Jornal Mulher 24 Horas, um informativo do Sindicato dos Bancários do Espírito Santo. A mostra cultural acontece no saguão da Casa do Cidadão, próximo à recepção, e é aberta ao público.


O Jornal Mulher 24 Horas debate, desde a sua criação, as temáticas e os desafios ligados à questão das desigualdades entre mulheres e homens na sociedade, ao discutir as dificuldades, as conquistas e os direitos da mulher, a partir do reconhecimento de seu papel econômico e social nos diversos setores da sociedade.


A proposta da exibição é comemorar o décimo oitavo aniversário desse veículo informativo ao ilustrar com fotos, cartazes, poesias e páginas antigas diferentes períodos de sua história, e fazer também uma alusão ao dia Internacional de Mulher, comemorado nesta quinta-feira, 8 de março.


Há ainda um mural que especifica os principais momentos da publicação – como a data de criação e a edição de 10 anos – e os relaciona com o contexto histórico da luta das mulheres pelos seus direitos. O conceito e a montagem da exposição ficaram por conta das curadoras Anna Saiter e Aparecida Torrecillas.


Para a gerente de Políticas de Promoção de Gênero da Semcid, Maria José Scardua, a mostra cultural significa incentivar e reconhecer o trabalho realizado pelo jornal. "É importante conhecer a realidade da diversidade de mulheres, ainda mais em um meio predominantemente masculino, como é o caso dos sindicatos. Por isso é muito importante a Semcid receber esse evento e abri-lo ao público."


O secretário municipal de Cidadania e Direitos Humanos, João Sana, conta que participou da criação do informativo: "Me empenhei pessoalmente em trazer essa exposição para a Semcid, pois sou bancário e participei do nascimento e da elaboração do jornal, há 18 anos. Foi essa experiência que fortaleceu em mim o interesse pelas questões de gênero".


História


Foi, em novembro de 1993, que o Jornal Mulher 24 Horas teve a sua primeira edição publicada. Com o nome de "Mulher Bancária", o informativo estreava no mesmo ano em que a Declaração de Direitos Humanos de Viena declarava o seu repúdio a todas as formas de violência contra as mulheres. Foi só a partir de junho de 1995, em sua segunda publicação, que o jornal adotou seu nome atual.


Já a edição de 10 anos trouxe um belo texto de Madre Tereza de Calcutá em sua primeira página. Para a diretora de Relações Sindicais, do Sindicato dos Bancários, Lucimar Barbosa, a trajetória do jornal "significa uma forma de acesso à educação e à informação para as mulheres, que vêm conquistando seus direitos ao longo dos anos. É também uma maneira de incluir e incentivar a participação das mulheres, envolvendo, assim, as questões de gênero em todos os seus âmbitos".


 

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