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Mãe e filha acusadas de homicídio vão a Júri Popular em Araguaína

Denunciadas pelo Ministério Público Estadual (MPTO) por homicídio contra Ana Zilda Santos Almeida, no ano passado, em Araguaína,  Francisca da Silva Batista  e a  filha dela, Lara Eduarda Batista da Cruz, vão ser submetidas a audiência de instrução e julgamento nesta quinta-feira (18/1), às 13h30. Welerson da Silva Monteiro, que teria feito as agressões à vítima, também responde pelo mesmo homicídio e passará pela audiência nesta quinta. 

Os três  respondem por homicídio triplamente majorado pelo motivo torpe, meio cruel e pela emboscada, além de furto, já que a bolsa e o celular de Ana Zilda foram levados após as agressões.  

Após apresentarem suas defesas, na audiência de instrução e julgamento serão ouvidas as testemunhas de acusação, de defesa e depois ocorre o interrogatório das duas acusadas. 

A partir daí, caso todos sejam ouvidos na audiência de instrução, o juiz intima o Ministério Público e a defesa para apresentarem memoriais (as alegações finais) e, somente depois disso, é que o magistrado vai proferir a decisão de pronúncia, informando que vão a júri popular, ou de impronúncia, quando não tem prova suficiente que foram elas que cometeram o crime.

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