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“Não tem Graça”, colégio da capital tem programação de conscientização contra bullying

Foto: Divulgação

O Instituto DataSenado realizou uma pesquisa que revelou que 11% dos quase 60 milhões de alunos matriculados no Brasil sofreram algum tipo de violência na escola em 2023, totalizando 6,7 milhões de estudantes. Quando questionados sobre experiências de violência na escola, mesmo que não estejam mais estudando atualmente, o índice dos que sofreram bullying aumentou para 22%. Esses dados destacam a urgência de medidas preventivas e de combate à violência e ao bullying no ambiente escolar.

Como resposta à prática do bullying nas escolas, o projeto “Não Tem Graça”, tem o objetivo de promover a compreensão do bullying e suas consequências, sensibilizando os alunos sobre a importância do tema e estimulando possibilidades de reversão dessas situações. O projeto desenvolvido pelo Centro Educacional São Francisco de Assis (CESFA), em Palmas, conta com diversas atividades ao longo do mês de abril.

O uso de dispositivos móveis por crianças tem aumentado, e junto com isso, o cyberbullying tornou-se um problema que transcende o ambiente escolar, manifestando-se no mundo virtual. Essa forma de intimidação ocorre através da internet, sendo utilizada para humilhar ou assediar indivíduos. As consequências do cyberbullying podem ser severas para a saúde mental e emocional das vítimas, destacando a necessidade de conscientização e implementação de medidas preventivas para combatê-lo.

A diretora do CESFA, Cláudia Cristiane de Andrade, explica como será a programação. “Pensamos em uma programação que abrange todos os alunos do CESFA, desde a educação infantil até o ensino médio, com atividades específicas para cada faixa etária. Essa abordagem integrada reflete a importância e a abrangência do tema do bullying e da violência na escola, sendo tratado de maneira abrangente em diversos níveis de ensino”, afirma a diretora.

A programação do CESFA inclui uma variedade de atividades focadas na conscientização e prevenção do bullying e da violência escolar. Isso inclui desde apresentações sobre o tema, exposição de livros relacionados, socialização e debates por sala até palestras sobre saúde mental. Essa abordagem abrangente reflete o compromisso da instituição em criar um ambiente escolar seguro e inclusivo, promovendo o respeito e a empatia entre os alunos.

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