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Pastor Cainã reafirma compromisso de gerar empregos e diminuir pobreza em Muricilândia, durante evento de filiação em pré-campanha

O movimento político na cidade é apadrinhado ainda pelo atual governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos) - Foto: Divulgação

O pastor Cainã Guimarães, que é pré-candidato à Prefeitura de Muricilândia (distante 62 km de Araguaína), se filiou ao partido União Brasil, nessa tarde de sexta-feira (5). A cerimônia foi realizada no auditório da Câmara Municipal e contou com a presença e apoio dos deputados estaduais Marcus Marcelo (PL), Olyntho Neto (Republicanos) e Aldair Costa de Sousa, o Gipão (PL).

O agora pré-candidato pelo União Brasil deve concorrer à Administração Municipal com chapa formada junto aos candidatos do Partido Liberal (PL). O movimento político na cidade é apadrinhado ainda pelo atual governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), o deputado estadual Jair Farias (União Brasil), o deputado federal Alexandre Guimarães (MDB), o senador Eduardo Gomes (PL) e a senadora Dorinha Seabra (União Brasil).

Cainã afirmou, em seu discurso, que pretende fazer um governo para todos e ressaltou se preocupar com a situação em que chegou à pobreza das famílias. “Vamos escolher o caminho de um governo que trabalhe para todos, não importa sua crença, a sua cor, a origem social, a posição política e nem mesmo em quem votou. Sejamos realistas, nossa Muricilândia continua sendo um Município pobre e desigual. Produzimos riqueza, mas ela está sendo para poucos. As conquistas nas áreas sociais ficaram tímidas e precárias”.

Informalidade nos empregos

De acordo com Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego que mede a quantidade de pessoas com Carteira de Trabalho assinada, Muricilândia teve saldo de zero novos empregos em 2023. Já em 2024, o saldo é de apenas um posto de emprego a mais até fevereiro, último mês divulgado na plataforma digital do Governo Federal.

Famílias com salários cada vez menores

O empobrecimento da população da cidade pode ser medido por índices do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, os trabalhadores de Muricilândia recebiam por mês uma média 3,6 salários mínimos. Depois de 15 anos, em 2021 as pesquisas da instituição apontam que o salário médio do trabalhador da cidade caiu para mero 1,6 salário mínimo. Se for levado em conta a desvalorização do Real com a inflação, o empobrecimento é ainda maior.

Já o Produto Interno Bruto (PIB), principal indicador para medir o crescimento da economia, por outro lado, foi na contramão dessa queda dos salários. Segundo análise do IBGE, Muricilândia produziu R$ 41 milhões em 2016. De lá para cá houve um grande crescimento na riqueza da cidade, chegando a R$ 69 milhões em 2021.

Ou seja, a economia da cidade cresceu quase 70% de 2016 até 2021, mas o valor médio dos salários diminuiu em mais da metade no período citado de 15 anos. A situação oposta de queda nos salários e aumento da riqueza na cidade nos índices do IBGE confirma a concentração do dinheiro nas mãos de poucas pessoas, como foi analisado pelo pré-candidato Cainã.

“O compromisso que fazemos hoje com Muricilândia é de desenhar um plano para o futuro, um plano ambicioso de construção de casas populares, geração de emprego e cuidar com muito carinho das pessoas”, completou Cainã sobre sua proposta de gestão à frente da Prefeitura a partir de 2025.

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