Siga nas redes sociais

Pastor investigado pela prática de estupro de vulnerável no Maranhão é preso pela Polícia Civil em Araguaína

Homem pode ter praticado mais crimes contra a dignidade sexual de crianças em Araguaína - Foto: DICOM/SSP TO

Na tarde desta quinta-feira, 7, policiais civis da 2ª Delegacia de Atendimento à Vulneráveis (DAV – Araguaína), coordenados pelo delegado Charles Arruda, deram cumprimento a mandado de prisão temporária em desfavor de um homem de 58 anos, o qual é investigado por estuprar uma criança de 11 anos, na cidade de Alto Parnaíba, no Estado do Maranhão.

A autoridade policial explicou que o indivíduo, um pastor evangélico, foi localizado em uma residência, no setor Entroncamento, na cidade de Araguaína, após compartilhamento de informações com a Polícia Civil do Maranhão.  “Após investigações e diligências, conseguimos identificar que o homem estaria escondido aqui na cidade, depois de fugir do Maranhão, onde era investigado por abusar sexualmente de um menino por reiteradas vezes na cidade de Alto Parnaíba, no mês de novembro de 2023, após se valer de sua autoridade eclesiástica que exercia na igreja que a família da vítima frequentava”, explicou.

Com a descoberta dos fatos no Maranhão, o homem, que é natural de Araguaína, fugiu de volta para a cidade. “Por meio de uma atuação conjunta, foi possível localizar o paradeiro desse indivíduo e efetuar a prisão do mesmo”, disse o delegado Charles, o qual também ressaltou que há fortes indícios de que o homem tenha abusado sexualmente de crianças também em Araguaína.

Após ser capturado, o indivíduo foi conduzido até a 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Araguaína, e após a realização dos procedimentos legais cabíveis, recolhido à Unidade Penal Regional da cidade, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário da Comarca de Balsas (MA).

Para o delegado Charles Arruda, a localização e prisão do indivíduo é extrema importância, uma vez que ele é apontado como autor de crimes gravíssimos e hediondos contra a dignidade sexual de uma criança. “Desde que passou a atuar nesse caso, as equipes da 2ª DAV não mediram esforços para efetuar a prisão do indivíduo, que se condenado pelo crime em tese, praticado, pode pegar de 8 a 15 anos de prisão”, disse a autoridade policial.

Compartilhar nas redes sociais
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Email
Telegram

Artigos relacionados

Notícias Em destaque

Pular para o conteúdo