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Secretario da Saúde do Tocantins esta confiante na melhoria do atendimento


fornecedores diziam que não forneceria nenhum material antes de receber dividas da PRÓ-SAÚDE.

O secretário de Estado da Saúde, Nicolau Esteves, disse, que se não houver uma mudança radical na forma de conduzir a política de saúde, rompendo com a estrutura do modelo de atendimento atual, os problemas na área, no Estado, ao invés de caminharem para uma solução, serão agravados. Ele defende como forma urgente a prioridade na atenção básica a partir de cada município.

Esteves enfatizou que a situação com o encerramento do contrato do Estado com a Pró-Saúde vem sendo resolvido sem que haja qualquer incidente que possa vir a comprometer o atendimento à população.

O secretário está confiante de que os entraves no setor de saúde devem ser superados de agora em diante com os esforços que começam a ser implementados em parceria entre a área estadual, federal e municipal na adoção de práticas inovadoras na política de saúde. Ele crê que a experiência dos 60 municípios mineiros com rede de consórcios em microrregiões, como a de Juiz de Fora , podem subsidiar o Tocantins com uma rede de serviços de cuidados preventivos e curativos e a formação de consórcios, entre outras alternativas. A defesa na inversão do sistema atual ocorreu durante a realização do Seminário de Municipalização, Regionalização e Redes de Saúde, promovido pelo Governo do Estado do Tocantins,realiza na Capital, na sede do QCG – Quartel Comando Geral, com a participação de autoridades e profissionais da área da saúde do Tocantins, Minas Gerais e São Paulo, e dos gestores dos 139 municípios tocantinenses.

“Estamos vivendo a era da inteligência das redes de atendimentos em que os recursos são escassos e os problemas complexos e crescentes”, atesta o secretário. O secretário constata que no caso do Tocantins, que diz não ser muito diferente de boa parte do país, 85% dos problemas da saúde se referem ao campo da saúde primária, que vê relegada praticamente por todos na sociedade, e que apenas os outros 15% dizem respeito ao serviço de atendimento realizado nos hospitais, seja da Capital ou das principais unidades do interior.

Nicolau Esteves explica que a política de saúde do Governo Siqueira Campos em hipótese alguma pode deixar 85% da população desassistida. “Se fizermos isso, a verdade é que daqui a dois anos precisaremos de mais 40 leitos de UTIs, e cada vez mais com demanda crescente, ante o aparecimento de doenças que poderiam ter sido prevenidas com a estrutura de saúde primária”, completa o secretário.

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