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Sucessão de Palmas divide e rearranja forças políticas


As informações sobre as articulações políticas nas últimas horas para a sucessão municipal em Palmas deixou muita gente de boca aberta. A possibilidade da chapa do deputado Marcelo Lélis (PV) ter a vereadora peemedebista Cirlene Pugliese como vice está mais próxima, apesar das negativas do pré-candidato do PMDB, Eli Borges, cuja candidatura não decolou na esfera dos partidos que gravitam em torno do prefeito Raul Filho (PT). Lélis já tem o apoio do PSDB, DEM, PSD e do governador Siqueira Campos e do secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos.


Por outro lado, a chamada base de Raul parece fechar o apoio em torno de Luana Ribeiro (PR), que conta com a força do pai, senador João Ribeiro, presidente estadual da legenda. O PT já formalizou apoio a Luana e o PSB estaria indicando o professor Alan Barbiero como vice na chapa. Entretanto, o próprio Alan anunciou que disputará a candidatura pelo próprio partido com o deputado Wanderlei Barbosa, que já registrou candidatura. Wanderlei vai embalado pelas pesquisas que o apontariam em vantagem.


Em outra frente, Edna Agnolin (PDT), Wanderlei Barbosa e deputado Sargento Aragão (PPS) também tentam articular uma chapa, já que a vice-prefeita foi informada da decisão do prefeito Raul e do PT metropolitano, dirigido pela primeira dama e deputada Solange Duailibe, de apoiar Luana Ribeiro. Edna, que em outra


O empresário Carlos Amastha (PP), por sua vez, deve seguir também com candidatura própria e articula com o presidente regional do partido, deputado Lázaro Botelho, o apoio de outros partidos. Amastha ligou a metralhadora giratória e atirou contra o governo do estado e contra a administração municipal de Raul Filho. Além disso, vem trabalhando firme para conseguir apoio nas camadas mais pobres da população.


Entretanto, até dia 30, prazo final para as convenções, tudo pode acontecer, ou seja, de seguirem as atuais pré-candidaturas até a junção de vários nomes em torno de poucas, o que é mais provável.


Governo e seus aliados


As relações entre o governo Siqueira e o senador João Ribeiro estão cada vez mais na linha entre o amor e o ódio. Em recente evento, onde Ribeiro acompanhava o ministro dos transportes, que é do seu partido, Siqueira apresentou Lélis como futuro prefeito de Palmas, ignorando totalmente a presença de Luana Ribeiro que estava junto com o pai, mas não teria sido convidada para a ocasião.


As ações de João Ribeiro apontariam para uma outra direção, a campanha eleitoral de 2014 para o governo do Estado. De olho nestas eleições tem muita gente, como a senadora Kátia Abreu (PSD). Ribeiro e Kátia podem estar em campos opostos, assim como Siquaira Campos, que contou com o apoio dos dois para se eleger em 2010.


Essa situação pode facilitar para a atual oposição, caso ela ainda exista até lá e seja lá quem for, Carlos Gaguim ou algum nome ligado a Marcelo Miranda.

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